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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Descobrir RG a partir do FACEBOOK .

Cientistas provam que é possível descobrir um RG a partir do Facebook

Software de reconhecimento facial e estatísticas de previsão trazem mais preocupações sobre privacidade.
Você acha que está seguro no Facebook? Cientistas da Carnegie Mellon University, nos Estados Unidos, acham que não – e conseguiram provar. Através de um método baseado em uma pesquisa divulgada em agosto pela Forbes, a equipe relacionou o perfil de uma pessoa no Facebook ao seu número do seguro social (SSN, o equivalente norte-americano ao nosso RG).
Segundo o DailyMail, o primeiro passo é tirar uma foto de qualquer pessoa na rua. Em seguida, utilizando um potente software de reconhecimento facial, é possível associar o retrato ao perfil da pessoa no Facebook. Finalmente, a partir de previsões que utilizam os dados do usuário, como a cidade natal e a idade, além de outros padrões, é possível obter o tal número de identificação.
Desse modo, é possível roubar a identidade de qualquer pessoa por aí – e cometer alguns crimes utilizando os dados coletados. Os cientistas responsáveis alegam que a margem de erro para esse método ainda é muito grande, mas que as preocupações com privacidade e segurança nas redes sociais devem ser reforçadas.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Crianças X Internet .

Crianças X Internet .

Games on-line são meio de entrada da criança na web no Brasil. 90% dos entrevistados do estudo TIC Crianças diz jogar pela internet. Cerca de 29% das crianças entre 5 e 9 anos usam redes sociais.


Os games on-line são a principal porta de entrada da criança na internet no Brasil, de acordo com a segunda Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação por Crianças no Brasil (TIC Crianças 2010) divulgado nesta terça-feira (4) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). Das 2.516 crianças entre 5 e 9 anos entrevistadas pelo estudo, considerando os 27% que afirmaram usar a web, 90% disseram que jogar na internet é a atividade mais realizada.
Pesquisas escolares pela internet foi apontada como a segunda atividade mais realizada, com 45% dos entrevisados. As crianças desta faixa etária também começaram a acessar redes sociais como Facebook e Orkut, com um terço dos entrevistados (29%) afirmando ter conta nestes locais. Atividades mais complexas, como mandar e-mail (10%), que exige que a criança saiba ler, ou fazer ligações telefônicas pela web (6%) são menos populares.
Ainda, 42% das crianças brincaram em sites que têm desenhos como na TV, 35% pesquisou quelquer assunto na web e 34% assistiram a desenhos animados em sites de vídeo.
Para o estudo, 41% dos brasileiros com 10 anos ou mais usaram a internet, com as idades entre 10 e 24 sendo as que mais acessam a web.
Para as crianças entre 5 e 9 anos, que representam cerca 8,3% da população brasileira de acordo com dados do IBGE, o principal local de acesso à internet é a casa, com 47% dos entrevistados e, na terceira colocação, a escola, com 33%. No segundo lugar, as crianças afirmaram usar a internet na casa de outra pessoa (37%). Nas áreas rurais, a escola é o principal local de acesso à  web, apontado por 52% dos entrevistados desta região.
Entretanto, o uso da internet ainda é inferior ao uso do computador, segundo a pesquisa. Dos entrevistados, 51% disse ter usado o computador e 27% disseram ter usado a internet. Ainda, as crianças afirmam aprender a navegar na internet sozinhas, resposta de 20% dos entrevistados. O professor desponta como o meio de aprendizado para adquirir habilidades na web. Ele foi o mais mencionado pela criança na soma entre áreas rurais e urbanas, com 37% no total do Brasil. Pais que usam a internet foram mencionados ao lado dos professores como fonte de aquisição de habilidades para o acesso à web.
Os aparelhos celulares já estão populares entre crianças entre 5 e 9 anos, com 60% afirmando usar o aparelho para diversas atividades. Cerca de 84% afirma usar o celular para jogar games e apenas 1% diz ter acessado a internet por meio do dispositivo. A pesquisa questionou ainda as crianças sobre terem alguma vez se sentido ameaçadas ao acessar a rede e um quarto delas (25%) disse que sim. Não foi especificado pela pesquisa qual a espécie de ameaça percebida. O estudo mostrou ainda que 12% conheceu alguém pela internet, 11% enviou fotos suas pela rede e 6% declarou ter sido vítima de piadas ou brincadeira que não gostou.

Meninas são mais monitoradas pelos pais
Outro dado apontado pelo TIC Crianças é que 39% dos jovens na idade pesquisada usam a internet sozinhos, sem ajuda de pais, parentes ou professores. O computador, no entanto, está na localizado na sala de estar (44% dos entrevistados), onde os familiares podem acompanhar a atividade. Cerca de 21% dizem que o PC está no quarto, onde ela teria mais privacidade para o uso da web.

Muitos mais também não controlam o que os filhos nesta faixa etária acessam na internet. Cerca de 21% diz não controlar nem restringir o acesso; 40% diz conversar para orientar a criança; 20% acessa o histórico do navegador para saber o que ela acessou e 15% bloqueia sites.
Na divisão por sexo, 24% dos pais que têm filhas acessam o histórico da web contra 15% dos pais que têm meninos. Apenas 14% disse não controlar ou restringir o acesso da web pelas meninas contra 28% de pais que têm meninos.
Mesmo com pouca idade, as crianças disseram já sentir riscos na internet, com 25% dizendo já ter sentido medo ou perigo enquanto navegava. O estudo não entrou em detalhes de que tipo de atividade na web (chat, busca, etc) estava sendo realizada quando a criança sentiu medo. Ainda, 6% diz ter sofrido algum tipo de brincadeira que não gostou na web.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Sensor permite mudar canal de TV com a força do pensamento.

Protótipo apresentado na Alemanha usa sensores em lóbulo da orelha. 

Modelo só reconhece um único comando, mas ainda deve evoluir. 
Controle TV com o cérebro (Foto: Reprodução)
Um protótipo apresentado na IFA, feira alemã de tecnologia, permite usar ondas cerebrais para comandar um aparelho de TV. Batizado de "Brain Waive", o equipamento criado pela chinesa Haier promete substituir o controle remoto por um capacete com sensores embutidos. 
De acordo com a fabricante, o protótipo capta alterações da atividade cerebral perceptíveis por alterações elétricas transmitidas em áreas como a testa e os lóbulos das orelhas. 
Por enquanto, o protótipo é capaz apenas de identificar um comando único. O modelo foi utilizado na demonstração na IFA como um jogo eletrônico. Em breve, acreditam os criadores, será possível desenvolver sensores capazes de distinguir entre comandos diferentes, o que permitiria trocar canais e aumentar ou diminuir o volume do áudio de um aparelho de TV.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Seu filho não gosta da escola? A culpa pode ser sua!

Olá seguidores, encontrei esta reportagem e gostaria de compartilhar com vocês, ja que a Educação é o nosso grande objetivo.

Seu filho não gosta da escola? A culpa pode ser sua!

Não dá para exigir que o filho seja um aluno brilhante se ele cresceu comendo só macarrão e vendo televisão. Uma visão restrita do mundo e a ausência de esforço para descobrir e aprender coisas novas podem comprometer o futuro escolar de uma criança. A aprendizagem começa nos momentos mais simples e corriqueiros da vida e os pais podem fazer muito mais do que ler livros na frente dos filhos ou contar histórias para incentivar o hábito da leitura. É preciso valorizar o conhecimento
A disposição para estudar está relacionada com a forma com que os pais mostram o mundo para os filhos desde pequenininhos. Para desenvolver o seu potencial, a criança precisa ser estimulada. Quando o desejo pelo saber é cultivado desde o berço, ela carregará isso para o resto da vida.
É importante poder comer livremente, sem medo de sujar a roupa, para experimentar com prazer os variados alimentos. É assim que se aprende a fazer uma refeição saudável. Também é importante ter alguém com paciência para ouvir uma longa história aparentemente sem pé nem cabeça. É assim que a criança desenvolve vocabulário e aprende a colocar início, meio e fim a um enredo.
Muitos pais só acordam para importância do saber e do aprender quando os filhos começam a ter dificuldades na escola. Quando isso acontece, muito tempo e muita coisa importante já foram deixados para trás. É mais difícil tirá-los de uma zona de acomodação do que valorizar passo a passo os resultados que alcançam mediante o esforço para aprender cada coisa do dia a dia.
Disciplina e aprendizagem
Segundo a presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia, Quézia Bombonato, cabe à família contribuir para a aquisição do saber e mostrar as funções da escola. Está nas mãos dos pais motivar e disciplinar a criança para a vida escolar. “A disciplina favorece a aprendizagem. E o vínculo que a criança faz com a aprendizagem passa pela relação com o professor e com a família. A primeira aprendizagem começa na família. O saber começa em casa”.
Gostar da escola é diferente de gostar de estudar, mas quando a criança gosta da escola já é meio caminho andado. Segundo Quézia, a postura da família é fundamental na adaptação do aluno. Se os pais vivem criticando os professores e a escola, acabam desmotivando a criança ou o adolescente.
A psicopedagoga disse que “cansa de ouvir” pais reclamando que “a escola marca prova para segunda-feira e estraga o domingo da família”. Com afirmações como essa, a escola está sendo desacreditada e desvalorizada. Ela adverte que a insatisfação com procedimentos da instituição de ensino e com erros dos professores deve tratada diretamente na escola, e não comentada de forma desrespeitosa com os filhos.
O futuro está sendo preparado quando os pais investem em brincadeiras e estímulos culturais e sociais da aprendizagem. Meninos e meninas precisam viver com papel e lápis nas mãos, ouvir e contar histórias, folhear livros e revistas, brincar de correr, de esconde-esconde, de jogar dominó, quebra-cabeça e tantos outros jogos que favorecem o desenvolvimento de áreas do cérebro associadas ao aprendizado. Descobrindo a beleza das árvores em um parque, os mistérios das prateleiras de uma biblioteca e a diversidade dos animais de um zoológico, eles despertam para o saber e podem compreender que a escola é um lugar valioso para aprender ainda mais.
Fonte: IG Delas – Palavra de Mãe por Thelma Torrecilha

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Garoto de 7 anos pode ser o investidor mais jovem do mundo !

Connor disse que a parte mais difícil de lançar o seu próprio aplicativo foram as reuniões com investidores.
Enquanto a maioria das crianças de sete anos está brincando pelas ruas ou com jogos de videogame ou iPad, Connor Zamary está começando uma empresa. O estudante do segundo ano do Ensino Fundamental criou o aplicativo para iPhone Toaster Pop, um jogo que consiste basicamente em passar geleia e manteiga em um pão virtual recém saído da torradeira. O app custa apenas US$ 0,99.
"Ele procurou investidores, fez a sua própria apresentação no PowerPoint, preencheu a papelada para abrir a empresa e fez conferências com desenvolvedores da costa oeste dos Estados Unidos", disse Craig Zamary, pai de Connor, em entrevista ao site americano CNET.
Craig contou que o filho escolheu um desenvolvedor para construir o aplicativo e testava-o com amigos e parentes para ver se ele funcionava como deveria. Como é menor(e apenas uma criança), Connor recebe ajuda do pai para gerenciar a empresa. "Meu pai estava me contando sobre como funciona uma torradeira, já que nunca vi uma antes. E veio a ideia de criar o aplicativo, onde a torrada pulava da torradeira, caía em um prato e você passa geleia nela", disse o garoto.
Connor disse que a parte mais difícil de lançar o seu próprio aplicativo foram as reuniões com investidores. "Eu estava nervoso", confessou, adicionando que já está trabalhando na versão 2.0 do software. Mas o espírito empreendedor dos Zamary não para por aí. O Business Insiderafirma ainda que a irmã mais nova de Connor, Annabelle, 6 anos, também tem uma ideia de aplicativo para iPhone, e o irmão pretende ser o investidor do programa.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

RECORD! Brasil 3º lugar no Ranking mundial de venda de PCs.

Foram feitas as pesquisas e o Brasil passou o Japão no Ranking mundial de venda de computadores, ficando atrás apenas de China e EUA. A pesquisa foi feita terça-feira (16/08/2011) pela IDC, mostrando que entre Abril e Junho de 2011, o Brasil vendeu 95 mil PCs a mais que o Japão e só não passou a China e os Estados Unidos. Neste período, o Brasil vendeu 3,86 milhões de computadores, sendo 48,5% desktops e 51,5% notebooks. Disse assim Martim Juacida (analista de mercado da IDC): "Nunca se vendeu tanto computador em um único trimestre no Brasil". Dos computadores vendidos, foram destinados 69,5% ao segmento doméstico, 25,8% ao corporativo e 4,7% a governo e educação. Vale lembrar que comparando o primeiro e segundo trimestre deste ano, as vendas de notebooks cresceram 10,5%.
O recorde anterior de vendas de computadores no Brasil, segundo a IDC, foi registrado no primeiro trimestre de 2011, quando o Brasil comercializou mais de 3,6 milhões de computadores – 50,5% eram notebooks e 49,5%, desktops.